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Poema 58: O século...

XXI


Em tempos de ignorância,
Pessoas viraram mentes insensatas,
Matando a própria consciência,


Guerras são cavalos com patadas,
Na qual o coice permanece forte,
Fazendo os cortes mais profundos a partir de facas,


Movimentos querem o novo Norte,
Desejando ver a Luz no final do túnel,
Começando assim o jogo da sorte,


O passado permanecerá voltando como algo fútil,
Precisando abrir a cabeça,
Onde um dia pode retornar ser útil;


Fragmentos do xadrez andam além das peças,
Preparando para o cheque mate,
Pois, o jogo está quebrando as embaraças...



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